Eu embalsamei meu cérebro com lembranças
por não acreditar no sibilante vento,
que carrega o tempo em si mesmo.
não há palavra exata que desate os nós.
A vida ávida se desintegra
sem entregar notícias piramidais
a quem não se imagine mais livre que um fantasma
ou viaje sem cessar, para um país sem czar.
terça-feira, 7 de julho de 2009
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